Estimulação Magnética Transcraniana

O IPEVRE traz para a região, de forma pioneira, um conceito em tratamento para depressão e outros transtornos psiquiátricos e neurológicos, a ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA, conhecida pelas siglas EMT ou neuroestimulação.

O EMT é um tratamento médico com comprovação científica de eficácia. Foi aprovada pela FDA, instituição que controla medicamentos e tratamentos nos Estados Unidos, em outubro de 2008, desde 2006 a Vigilância Sanitária já havia aprovado tal procedimento no Brasil. Nos últimos 5 anos, o Instituto de Psiquiatria da USP tratou com TMS cerca de 3 mil pacientes com depressão, com boa resposta em cerca de 80% dos casos.

Além da depressão, pesquisas recentes vêm demonstrando que a EMT pode ser uma excelente opção no tratamento de outros distúrbios, como nos casos de enxaqueca, transtornos dolorosos crônicos, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo e alucinações auditivas da esquizofrenia.

-O que é?

A estimulação magnética transcraniana (conhecida pela sigla EMT ou TMS) é uma nova técnica de estimular o cérebro de um método indolor, não-invasivo e simples de ser aplicado. O tratamento consiste na utilização de um aparelho que produz ondas magnéticas, controladas, em pulsos que, se aplicadas em áreas específicas do cérebro pode estimular, ou inibir conforme a necessidade, as sinapses dos neurônios naquelas áreas e em outras correlacionadas, melhorando o funcionamento cerebral.

-Em quais casos é eficaz?

      Depressão - Resultados de estudos em vários centros de pesquisa no mundo todo vêm demonstrando que a TMS apresenta resultados satisfatórios no tratamento da depressão, com as vantagens de ter rápido início de ação e ótima tolerabilidade por ser praticamente isenta de efeitos colaterais. Foi aprovada pela FDA, instituição que controla medicamentos e tratamentos nos Estados Unidos, para uso em depressão em outubro de 2008. A Vigilância Sanitária já havia aprovado tal procedimento no Brasil desde abril de 2006. Nos últimos 5 anos, o Instituto de Psiquiatria da USP tratou com EMT cerca de 3 mil pacientes com depressão, com boa resposta em cerca de 80% dos casos. No IPEVRE já foram tratados mais de 100 casos com ótimos resultados, compatíveis com as pesquisas mundiais.

     Outras indicações - Muitos estudos têm demonstrado a eficácia da EMT como auxiliares no tratamento de outros transtornos psiquiátricos e neurológicos, como: Enxaqueca; Transtornos Dolorosos Crônicos, como Nevralgia do Trigêmio; Transtorno Bipolar de Humor; Transtorno de Estresse Pós-Traumático; Transtorno do Pânico; Transtorno Obsessivo Compulsivo; Alucinações auditivas em esquizofrenia.

-É um tratamento seguro?

Sim. Vários pesquisadores concluiram que a EMT é uma técnica muito segura e pode inclusive ocasionar um aumento do desempenho cognitivo (memória, atenção, concentração). Este tratamento tem demonstrado ser seguro durante a gestação e a lactação.

-Como são as aplicações?

Elas são realizadas diariamente com duração de aproximadamente 20 minutos e em média são 15 aplicações, diariamente, com intervalos aos sábados e domingos. Durante as aplicações o paciente fica acordado e sentado confortavelmente em uma poltrona.

-A EMT pode substituir os medicamentos?

A EMT pode substituir os medicamentos nos casos de depressão leves ou moderadas, ou aumentar a eficácia deles nos casos das depressões graves ou bipolares. É importante salientar que a EMT tem a mesma eficácia dos melhores antidepressivos com a vantagem de não apresentar efeitos colaterais como ganho de peso e perda do desejo sexual.

Responsável Técnico: Dr. Rubens Soares de Melo

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